No mesmo palco do Bairro Alto desde 1937
Fundada em 1937 por Armando Machado, violista, e Maria de Lurdes Machado, fadista. Amália foi de casa: madrinha de baptismo de dois filhos dos Machado, vinha jantar e cantava muitas vezes por gosto. Alfredo Marceneiro fechou neste palco a carreira. Mariza, com sete anos, começou nele a dela. As fotografias ficam nas paredes. O fado canta-se todas as noites, entre os pratos.

Um jantar com fado, não um show com jantar
Todas as noites, a sala dá lugar ao palco. Os espectáculos acontecem entre os pratos, ao ritmo da noite. A cozinha pára quando o fado começa, e retoma quando ele termina. É assim desde 1937.

Cozinha portuguesa contemporânea
Menu de degustação ao ritmo da noite — cada prato servido entre espectáculos, com tempo para respirar. Robalo em escabeche. Bacalhau dourado, molho bastardo. Tornedó com molho bordelaise. Couvert e amuse-bouche para abrir, pudim Abade Priscos para fechar.

Harmonização prato a prato
O menu de degustação pode ser acompanhado por um vinho diferente em cada prato, escolhido pela casa para conversar com a cozinha e com a noite. Foi assim que começámos a fazer, antes de outros — e continua a ser a forma mais inteira de viver a Adega Machado. Para quem prefere escolher à mesa, a carta percorre Portugal de norte a sul.

A casa
A fachada em azulejos é de Thomaz de Mello — Tom. As paredes guardam mais de cem fotografias, pinturas e caricaturas do espólio da família Machado — geração após geração de fadistas, músicos e visitantes que aqui passaram. O espaço foi totalmente renovado em 2012; a história ficou intacta. É no mesmo palco que se canta hoje.
Reservar uma noite na Adega
O fado começa às 20h30. A cozinha abre às 19h30. As mesas são poucas e as noites enchem com antecedência.
Grupos e ocasiões especiais
Para reservas de grupo, jantares de empresa, aniversários ou outras ocasiões especiais, contacte-nos directamente. Tratamos cada noite como o que ela é — irrepetível.